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sábado, 17 de fevereiro de 2018

A forma da água

Assisti ao filme A forma da água. 
A história de uma faxineira muda e um  ser aquático. Para mim,foi uma mistura de magia e realismo. Um conto de fadas que vem agradando a muitos. O filme me prendeu pela diversidade, estamos cansados de tantas mesmices, e pelo encantamento. Nota dez para Elisa(Sally Hawkins) pela sua atuação brilhante.
Uma fantasia da realidade.

sábado, 27 de janeiro de 2018

The post

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The Post - A guerra secreta" é um manifesto poderoso pela liberdade de imprensa. Não tinha mesmo como ser ruim: Steven Spielberg dirige Tom Hanks e Meryl Streep no drama sobre um caso que marcou a política e o jornalismo dos EUA.
"The Post" concorre a dois Oscars: melhor filme e melhor atriz (Meryl Streep).


O filme recupera bem o embate entre o presidente dos EUA, Richard Nixon, e o jornal "Washington Post". O jornal teve acesso, no início dos anos 70, a documentos secretos que revelavam mentiras do governo sobre a guerra do Vietnã. Nixon tentou impedir a publicação de todo jeito. 
É um bom  filme, mas na minha opinião não leva o Óscar de melhor.



quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

O destino de uma nação 2



 




O Destino de uma Nação mostra a jornada de um homem encontrando a própria humanidade. Um político conservador capaz de unir um país fragmentado e assustado, e alimentar seu espírito com esperança de dias melhores. Churchill foi um dos grandes capazes de entender que políticas de Estado são mais importantes que políticas partidárias.
   Ele tem que enfrentar as pressões políticas e populares em plena segunda guerra mundial. Naquele momento, as tropas britânicas – e francesas – foram cercadas pelos nazistas na praia de Dunkirk, no Canal da Mancha. Não se sabia como resgatar o exército e a tensão toda do filme gira em torno da quebra do acordo de paz que Hitler havia firmado com Chamberlain, chefe de Estado antecessor de Churchill. O que o primeiro ministro, então, deve decidir é entregar seu país para os alemães ou permanecer resistindo durante a guerra.
Gary Oldman realmente rouba as cenas do filme. Sua maquiagem impressiona e o transforma em Churchill. Sua interpretação é fundamental no filme.
O Destino de uma Nação é um grande filme.







sábado, 13 de janeiro de 2018

"o destino de uma nação"




Homenageando o grande líder Winston Churchill, que será revivido agora nas telas dos cinemas,  
(gostaria de assistir a esse filme,O destino de uma nação)
não resisti em deixar aqui algumas pérolas desse grande homem que ousou enfrentar o terrível nazista.
"Não nos renderemos jamais.""We shall never surrender" 
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Todo governo que ousa fazer tudo,
acaba fazendo nada.

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O vício inerente ao capitalismo é a divisão desigual das riquezas.
A virtude inerente ao socialismo é a repartição igualitária da miséria.
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A diferença entre um estadista e um demagogo é que este decide pensando  nas próximas eleições,
enquanto aquele decide pensando nas próximas gerações.
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quinta-feira, 10 de março de 2011

Impecáveis



Que "O discurso do rei" seria um filmaço, isso tinha certeza de que seria, e por isso já tinha apostado que venceria o Oscar.
Filmaço mesmo, com gostinho de quero assistir de novo. Tanto o Bertie, nome carinhoso do rei, quanto o Logan, seu terapeuta, deram um banho de interpretação.
Quanto ao Cisne negro, tive minhas restrições, achei forte demais. Algumas cenas chocantes muito bem interpretadas pela atriz principal, prêmio merecidamente ganho.
Vale a pena assistir aos dois filmes.


domingo, 27 de fevereiro de 2011

A bravura de uma menina


O filme "Bravura indômita" pode ter sido indicado ao Oscar em dez categorias, mas não me convenceu para tal.

Achei interessante uma menina de 14 anos resolver vingar a morte do seu pai naqueles anos onde não existiam cinemas, tevês, computadores, boates e sei lá mais o quê.

Primeiro, ela cuida do enterro, depois assiste a um enforcamento, negocia a venda dos cavalos como se fosse um adulto, contrata um agente federal mais malvado do que Durango Kid, vivido por Jeff Bridges, muito bom aliás, e vai à luta atrás do bandido assassino.

Parece mentira, mas o que me comoveu mesmo no filme foi a travessia no rio a cavalo, ele, o pretinho, como era chamado pela menina, é que deu um show, até na hora crucial de sua morte.

Vi o filme original, com o John Wayne no papel do agente, na época, tenho certeza de que gostei mais.

Ficou a lembrança dos anos sessenta, dos filmes de western, dos namoricos no cinema tão pueris, das voltinhas na pracinha depois das sessões e os comentários no dia seguinte na escola...

Recordar é viver.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

O vencedor






Vale a pena assistir ao filme O Vencedor, que chega com várias indicações para o Oscar, principalmenta a de ator coadjuvante, muito bem interpretado por Cristian Bale, o filho preferido da mãe, uma velha questão familiar tão bem retratada na história, que desperdiçou sua grande chance de ser campeão por causa das drogas e transfere para o irmão a esperança de uma vitória.
O outro filho, no caso, o vencedor, é o herói que vai superar seus limites: de ser um fracassado, de estar sempre dependendo do irmão e guiado pela mãe que domina todos os negócios da família. Ao conhecer a namoradinha, as coisas começam a mudar na vida desse homem até chegar à vitória. Um grande filme.



segunda-feira, 19 de julho de 2010

Para além da esperança


Acabei de assistir ao filme "Preciosa - uma história de esperança". Filme que concorreu ao Oscar em seis indicações, mas ficou apenas com o da atriz coadjuvante, que não era a Preciosa. Vá entender essa Academia!

A história se passou no Harlem, bairro de Manhattan, em Nova York, conhecido pelo alto índice de violência, que tive o privilégio de conhecer de passagem quando lá estive.

A adolescente Claireece Precious Jones é uma jovem de 16 anos, negra, bem avantajada de corpo, boca redonda de lábios bem contornados e carnudos, olhar tristonho e profundo, como se quisesse metralhar alguma coisa. Ao fixar meu olhar no dela, pareceu-me que ela iria reagir brutalmente com um soco ou um palavrão, mas puro engano. Preciosa quase fechou os olhos e muda ficou. Era quase sempre assim que se comportava. A não ser quando alguém ofendia algo precioso seu. Foi o caso do colega que respondeu ao professor que ela amava, e outra colega que zombou dela. Duas bofetadas certeiras calaram a boca maldita dos dois indesejáveis.

Preciosa sofreu as mais absurdas humilhações na sua vida. Foi violentada pelo pai desde os 3 anos de idade, o que lhe deu dois filhos, da sua mãe só ganhou violência, maus tratos e exploração, ganhou dela o medo e aquele corpaço. Como sofria a pobre Claireece! Vale a pena ver esse filme!

Creio que histórias como essa existem aos milhares aqui no Brasil e em todas as partes do mundo. Há poucos dias vimos nos noticiários um homem que mantinha em cativeiro sua filha, juntamente com os filhos que tivera com ela, e não tinham direito de ir à escola, isso lá no primeiro mundo! Aqui, também, no Nordeste e em Minas Gerais ocorreu coisa parecida. Nossa!

É de ficar boquiaberto, em pleno século 21!

De volta ao filme, algo me deixou perplexa e concluí que o que salvou Preciosa das garras da ignorância e do sub-mundo em que vivia foi a escola. Lá ela conheceu o amor , um amor incondicional ao seu professor, com ele sonhava ser uma mulher bonita, elegante. Depois, conheceu o amor fraternal, o amor ao próximo que sua nova professora lhe ofereceu. E, aí então, conheceu o amor materno, que nunca tivera, esse amor que não vê defeitos, que não enxerga empecilhos, que nos faz ir adiante derrubando barreiras, enfrentando os monstros, só para salvar nossos filhos e tê-los conosco.

A escola foi, portanto, a tábua de salvação para ela. Foi lá que Preciosa viu a esperança nascer.

Trabalhei com educação durante 43 anos, aposentei-me e ainda estou esperando por uma história de esperança nos lares da nossa gente sofrida e tão distante dessa nossa pátria gentil.

Investir em educação, como fez a professora de Claireece, é um exemplo para todos, mas não é o que temos visto de fato. Muitas propagandas, muito ilusionismo, mas não existe educação para todos. Chega de mentiras, porque os números estão aí. O analfabetismo ainda é grande e a evasão também. Queremos, sim, uma educação que salva da ignorância, que salva da discriminação, que salva da miséria, que salva vidas perdidas e violentadas, mutiladas de saber.

Quermos uma educação que aponta para além da esperança.